Vintage

Vintage

Uma das tendências de decoração que vem ganhando seu espaço ao longo dos anos é o estilo vintage, que reúne elementos do passado em conjunto com itens novos, formando assim uma decoração mesclada, que é elegante e muito convidativa.

O estilo vintage também é conhecido como estilo retrô, e tem uma mistura de cores bem variadas, de acordo com a época escolhida para montar a decoração.

E sua montagem em um ambiente pode ser feita com a combinação de elementos, dentre eles os quadros vintage, acesse a nossa página lojaferabrasil para inspirar a criação de uma decoração vintage aí na sua casa.

 

 

 

 

 

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O que são cores CMYK, RGB e Pantone

Hoje vamos falar sobre o sistema de cores usado na área gráfica e na criação de layout.
Para que você entenda melhor a nomenclatura  de cada um deles, listamos abaixo o significado e a utilidade de cada.

CMYK-RegCMYK –  formado pelos pigmentos primários Cyan (Ciano), Magenta (Magenta) e Yellow (Amarelo) e ainda, o blacK (Preto).
Sistema utilizado na indústria gráfica, para impressão reduzindo a luminosidade e ressaltando a cor.

RGB  – formado pelas inicias das letras Red, Green e Blue, que são as cores Vermelho, Verde e Azul .
Sistema utilizado para objetos que emitem luz na televisão e internet, por exemplo.

PANTONE –  é o sistema baseado em uma mistura específica de pigmentos para se criar novas cores. O sistema Pantone também permite que cores especiais sejam impressas, tais como as cores metálicas e fluorescentes. E muitas pessoas pensam que Pantone é uma marca de tinta, mas Pantone é uma empresa, a qual criou essa escala de cores.
Sistema utilizado especialmente pela indústria gráfica, mas também é utilizado na indústria têxtil, de tintas e plásticos.

Para identificar a diferença entre essas escalas, somente com conta-fio ou lupa, pois, não conseguirmos ver diferença a olho nú.

Para conhecer um pouco mais dos nossos trabalhos acesse:

http://www.youblisher.com/p/890820-Grupo-Fera-Brasil-2014/

http://www.grupoferabrasil.com.br/

https://www.facebook.com/grupoferabrasil

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Qual a melhor ferramenta gráfica?


Para quem trabalha na área de ilustração digital, já conhece a gama de softwares que existe para criação, mas cada um tem a sua finalidade.  Geralmente é usado o Photoshop para tratamento de imagens, já o Illustrator e o Corel Draw para criação do layout. Quem é da área de comunicação visual ou designer já sabe a guerra que existe entre o CorelDraw Graphics Suite e Adobe Systems.

Você sabe a função de cada uma delas? Se você é aquele cara que desenha no word ou no power point, você precisa terminar de ler essa matéria. Rs

Em primeiro lugar vamos listar o que não deve ser feito! E depois vamos mostrar qual a finalidade de cada um dos softwares.

PowerPoint: É uma ferramenta gráfica, mas que tem a finalidade de criar apresentações em slides, e jamais criação de layout.  Pois, o arquivo “PPS”, ou seja, PowerPoint, não pode ser usado para impressão de grandes formatos, ele foi desenvolvido para apresentações em tela de computador ou retroprojetores e não para impressão. Por isso não crie seus layouts com essa ferramenta.

Word: É uma ferramenta de edição de texto, mesmo que você domine o Word, vai desperdiçar muito tempo tentando criar seu layout nele, e geralmente as empresas de comunicação visual não aceitam arquivos “.docx”. Ou seja, utilize apenas para elaborar o seu texto.

Veja algumas ferramentas alternativas para criação de layout.  

Illustrator: É um software que faz parte do pacote ADOBE, o queridinho dos designers. Sua extenção é “.ai”, ele tem uma característica de fácil utilizado, cria imagens vetoriais e pode ser salvo em diversos formatos, é mais completo e utilizado no mundo inteiro.

Corel Draw: Também é uma ferramenta de criação de layout e criação de imagens vetoriais, mas é da própria fabricante Corel. É muito semelhante ao Adobe Illustrator. Escolher entre um e outro vai dá preferência de cada designer.

Fireworks: Faz parte do pacote Adobe. É Software desenvolvido para criação de arquivos em formato web, é produzido em pixel e tem a formatação de web, dificilmente é utilizado para impressão.

Photoshop: É um software de edição de imagens de tipo raster e algumas edições vectoriais. É o líder de mercado quando se fala de edição de imagem, desenvolvido também pela Adobe. É um programa de  edição de imagens profissional, tendo como finalidade no digital e também trabalhos de pré-impressão.

InDesign: é um software desenvolvido pela Adobe, com a função de diagramar e organizar páginas, com vários aprimoramentos, o que trás maior produtividade e agilidade nos trabalhos. O programa cria documentos em formato próprio, editável, que posteriormente pode ser exportado para PDF ou outros formatos específicos de impressão.
O InDesign permite criar, diagramar, visualizar e editar materiais como: revistas, jornais, anúncios, embalagens etc.

Aguarde novas matérias…
Deixe seus comentários, suas experiências!

Equipe de Marketing
www.grupoferabrasil.com.br

 

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Dia Nacional do Livro

livro abraçando a leitoraHoje comemoramos o Dia Nacional do Livro! Comemorado no dia 29 de Outubro em homenagem à Fundação da Biblioteca Nacional, criada em 1810.

Na Idade Média os livros eram produzidos à mão, pelos monges, com tinta e bico de pena… um pequeno livro demorava meses para ser concluído.

Imagine se hoje em dia ainda vivêssemos dependentes desta criação? Como seria?

Graças à tecnologia, nós temos diversos livros, com classificação por idade, por tema, abordando diversos assuntos. E o melhor, com muita agilidade tanto na produção, quanto na compra.

Com todo esse avanço tecnológico, foi criado também os e-readers, para leitura.

O e-readers é uma aparelho eletrônico, parecido com um Tablet, mas é utilizado apenas para leitura de livros digitais (e-books), e tem como vantagem, não ter distração, como, por exemplo, os posts do facebook. É leve (tem mais ou menos 200 gramas), a duração da bateria é de até 30 dias com apenas uma carga. Ele possui a tela fosca que é um tratamento exatamente para leitura e o preço, a partir de R$ 200,00.

No Brasil, o número de leitores digitais já ultrapassa 9 milhões!!! Isso se deve a facilidade que encontramos em comprar pela internet e também temos um ótimo recurso que é baixar livros em PDF gratuitamente, esses livros online são mais conhecidos como e-books.

O assunto sobre a importância da leitura é muito discutido no mundo inteiro, e cada vez mais as pessoas e as empresas têm feito campanha para que esse incentivo cresça cada vez mais, pois, como disse Monteiro Lobato “Um País se faz com homens e com livros”.

Separamos alguns links interessantes para você!

Amazon – Livros a partir de R$ 10,00 e alguns gratuitos – http://zip.net/bsp3Bf

Eu Amo Ler – Até 60% off – http://zip.net/bvp3FC

7 livros recomendados por Bill Gates  – http://zip.net/bxp39L

Esse é o melhor site, onde você lê ou baixa os e-books – http://lelivros.club/

Fonte:  Catraca Livre
Olhar Digital

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CURIOSIDADE: AS FÉRIAS DE TRABALHO EM OUTROS PAÍSES

feriasFérias, santo período de férias! Você pode até ter acabado de voltar de uma, mas já está com alguns planos para a próxima não é mesmo?

Por muito tempo as férias foram enxergadas como um problema para as empresas, mas hoje são consideradas importantes até mesmo para as organizações, visto que profissionais que voltam de férias tendem a ser mais ativos e ter novos olhares e ideias proporcionados pelo descanso e distração dos momentos fora da rotina profissional.

No Brasil as leis trabalhistas dão direito a 30 dias anuais de férias remuneradas aos trabalhadores, mas será que esta lei é comum aos outros países? Confira o período de férias que alguns países instituem aos seus colaboradores segundo estudos da consultoria Mercer que analisou além do período, os aspectos  financeiros e culturais que podem influenciar este benefício.

Férias trabalhistas nos Estados Unidos: 0 – 14 dias
Isso mesmo, ZERO, nos Estados Unidos as férias não são direito do trabalhador, embora haja casos de trabalhadores sem férias, normalmente as empresas concedem até 14 dias, mas podem ser ou não remuneradas.

Férias trabalhistas na China: 5-10 dias
Na China o tempo de casa pode determinar o período de férias, um trabalhador que possui de um a dez anos de casa tem férias de cinco dias, após 10 anos, dez dias.

Férias trabalhistas no Japão: 10 dias
A cultura japonesa enaltece o trabalho, por isso, profissionais japoneses costumam postergar suas férias ou não desfrutam de todos os dias de direito.

Férias trabalhistas na Espanha: 22 dias
O país também passa pela crise do euro e atualmente possui uma das maiores taxa de desemprego da Europa: 24,7%.

Férias trabalhistas em Portugal: 22 dias
O país sofre com a crise do euro, passa por período de diminuição de direitos trabalhistas e tem enfrentado manifestações por isso.

Férias trabalhistas na Grécia: 25 dias
Outro país que sofre com a crise do euro, a Grécia possui a taxa de desemprego mais alta na Europa (27,2%) o que faz com que muitos profissionais desistam de suas férias por medo de perder sua posição.

Férias trabalhistas na França: 30 dias
Assim como no Brasil, os franceses possuem direito a 30 dias de férias, no entanto, a população sente que precisa de mais dias para descansar.

Férias trabalhistas no Brasil: 30 dias
Há algumas propostas para que o tempo aumente, mas os sindicatos ainda não conseguiram aprovar medidas para tal condição.

Autor: Roni Silva
Fonte: Férias trabalhistas pelo mundo | Portal Carreira & Sucesso

 

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DICAS PARA DEIXAR O ESCRITÓRIO ORGANIZADO E COM SEU JEITINHO…

Nós passamos grande parte do nosso dia dentro do escritório, algumas pessoas passam mais tempo dentro da empresa do que em casa.

Então este post foi criado pensando em deixar sua sala, sua mesa de trabalho com seu jeitinho, até porque queremos nossas coisinhas próximas de nós, mas sem bagunça.

Aqui na Fera personalizei minha mesa com alguns objetos pessoais, pois, sou uma das pessoas que passa mais tempo no escritório do que em casa.

Com uma caneca personalizada do seu jeitinho, você vai ver a transformação na sua sala, e ainda você pode reduzir o uso de copinhos, usando sua caneca para tomar água e café.

Também pode colocar algo que gosta na sua mesa, uma florzinha, um porta caneta da sua preferência, assim o ambiente fica mais sua cara e você se sente melhor trabalhando, mais motivado.

Nós tivemos um treinamento na empresa sobre os 5 S’s, que é o nome de um método, ou antes, uma filosofia, da administração japonesa (que espalhou por todo o mundo) e se refere à inicial de cinco palavras: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke.

A filosofia dos 5S busca promover, através da consciência e responsabilidade de todos, disciplina, segurança e produtividade no ambiente de trabalho.

Cada uma das cinco palavras representa uma etapa do programa de implantação do 5S, ou então, como também podem ser chamados, os cinco “sensos”.

Seiri – “senso de utilização”

Seiton – “senso de organização”

Seiso – “senso de limpeza”

Seiketsu – “senso de saúde e higiene”

Shitsuke – Disciplina. Ele se refere também ao caráter do indivíduo que deve ser honrado, educado e manter bons hábitos.

Depois desses “sensos” abre-se um leque de coisas que pode te ajudar a organizar a sua vida. Como por exemplo:

  • Descartando tudo o que não serve mais, como aquele monte de papel de coisas antigas, que nem são documentos, mas você guarda;
  • O que não é descartável organizar em caixas, em pastas, colocando etiqueta para identificar o que é, fazendo uma listinha do que tem dentro da pasta;
  • Usar prateleiras para dispor melhor as coisas que usa no dia-a-dia, mantendo o ambiente clean, e agradável;
  • Já as gavetas, arrumar deixando apenas o necessário, objetos que usa todo dia, como grampeador, clips;
  • Aquilo que você apenas uma vez por mês, manter guardado no armário ou estoque.

Essas são as nossas dicas de hoje! Se você quiser compartilhar algum conteúdo envie para marketing@grupoferabrasil.com.br e não deixe de nos seguir no Facebook Twitter.

Fonte: Infoescola

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WORKSHOP DA FERA 2014

Contando com aproximadamente 40 pessoas, entre acionistas, diretores e colaboradores, aconteceu no último sábado (16) o primeiro Workshop de Apresentação das Áreas que compõem o Grupo Fera Brasil.

O objetivo do evento, de cunho interno, foi apresentar para todos a proposta de cada departamento, abrindo os horizontes para as pessoas e promovendo uma grande integração entre as áreas.

Com estratégias, objetivos e processos bem definidos, cada área apresentou uma nova perspectiva para o próximo semestre, trazendo visibilidade, transparência e brilho para o evento.

Com esse projeto podemos perceber a prática da Gestão do Conhecimento, onde cada um transmitiu informações importantes na mesma proporção em que recebeu, compartilhando ideias e sugestões que geram retorno para a empresa.

Todo esse apanhado de informações vindas de diferentes áreas serão trabalhadas de maneira estratégica, possibilitando antecipar-se às tendências de mercado, propiciando a evolução do nosso negócio em comparação com nossos concorrentes, numa autêntica prática de Inteligência Competitiva.

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Aquele frio na barriga e o coração batendo mais forte?

 

Você já teve que escrever um texto e ficou com aquele frio na barriga? É então, por isso selecionamos essas incríveis dicas que vão lhe ajudar.
Não perca essa oportunidade de se da melhor, na hora de fazer sua redação, seu texto ou até mesmo escrever um e-mail.
Escrever bem, de forma clara e objetiva não é fácil. Requer tempo, prática e muita leitura de grandes autores.
Mas, o objetivo  é mostrar o “caminho das pedras” para você desenvolver o melhor da sua escrita.
Experimente começar o seu texto com uma pergunta vaga, criando um loop emocional. Exemplo: “Você já sentiu isso?”

  1. Use palavras de transição como “e, mas, ou, para, se, senão” para deixar seu texto mais amarrado
  2. Faça bom uso da repetição de palavras ou sentenças para reforçar um ponto de vista
  3. Usa a regra do “três” para transmitir uma ideia completa, criando uma melhor conexão
  4. Conheça Bem o Seu Público-Alvo
  5. Torne o seu artigo escaneável
  6. Escreva sentenças curtas
  7. Não exagere ao enfatizar determinados trechos
  8. Mate objeções
  9. Use Metáforas, Comparações e Analogias
  10. Use bullet points
  11. Evite o “Gerundismo”
  12. Evite redundâncias
  13. Evite siglas e abreviações
  14. Use palavras mais simples ao invés de rebuscadas
  15. Conte histórias
  16. Use palavras persuasivas que mexem com a mente
  17. Revise a ortografia do seu texto
  18. Sempre tenha uma call-to-action bem definida
    Fonte: http://viverdeblog.com/como-escrever-bem/ (disponível em 12/08/2014).
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O que é a Qualidade?

Segundo Garvin, “se a qualidade deve ser gerenciada, precisa ser primeiro entendida”. – creio que todos concordamos com isso…

Através de seus estudos Garvin desenvolveu uma obra focada no esclarecimento do conceito e aplicação da Qualidade. Para Garvin, “se os gerentes esperam ter sucesso, tem que mudar agressivamente para melhorar seu entendimento das práticas e desempenho da qualidade, com mais detalhes sobre a opinião dos clientes, os níveis da qualidade dos concorrentes, e especialmente, o conhecimento de seu próprio desempenho da qualidade”. – desta forma, afirma que a Qualidade pode ser a melhor maneira de garantir lucros e reduzir prejuízos.

Garvin concluiu que os conceitos sobre a Qualidade evoluíram em quatro eras, ou fases: Inspeção; Controle Estatístico da Qualidade; Garantia da Qualidade; e Gestão Estratégica da Qualidade. – porém, o início de uma nova fase não exclui as precedentes. As organizações podem ter em seu ambiente várias delas num mesmo período de sua existência, e dependendo da natureza de suas atividades e das estratégias organizacionais, qualquer uma delas pode ser a mais adequada.

A definição de Qualidade proposta por Garvin é mais complexa que as propostas por outros Gurus da Qualidade, que tentaram sintetizá-la em poucas palavras. Para ele, a Qualidade se define a partir de cinco abordagens principais:

1 – Transcendental: Trata a qualidade como algo inato ao produto, porém relacionada a seu funcionamento. Neste caso, não pode ser medida de maneira precisa e seu reconhecimento ocorre pela experiência do cliente, que só pode percebê-la ao ter contato com o produto.

2 – Centrada no produto: Aqui a qualidade é vista como uma variável que podemos medir. Assim, diferenças da qualidade são observáveis pela medida de alguns atributos do produto. Uma melhor qualidade seria neste ponto de vista sinônimo de maiores e melhores características de um produto, o que implica em maiores custos para se atingir um alto nível de qualidade.

3 – Centrada no valor: Um produto é de boa qualidade quando apresenta alto grau de conformação a um custo aceitável. São conceitos que reúnem necessidades do consumidor às exigências de fabricação definindo qualidade em termos de custos e preços. O preço acaba por envolver uma questão de adequação do produto à finalidade a que ele se destina.

4 – Centrada na fabricação: A qualidade seria a conformidade com especificações pré-definidas por ocasião do projeto. As melhorias de qualidade ocorrem com a redução do número de desvios, o que representa redução dos custos.

5 – Centrada no cliente: A qualidade de um produto fica condicionada ao atendimento das necessidades e conveniências do cliente. A avaliação do cliente, em relação às especificações, passam a ser os padrões para a qualidade. A visão baseada no cliente é muito subjetiva, pois define um produto com qualidade como aquele que atende melhor as preferências do cliente, o que varia de pessoa para pessoa…

As abordagens listadas acima podem estar presentes num mesmo ambiente: o reconhecimento que estes conceitos podem coexistir serve de estímulo para a melhoria de diálogo entre fornecedores e clientes. Embora sob diferentes pontos de vista, a ênfase no cliente é o aspecto mais importante das dimensões definidas por Garvin.

E, outra contribuição de Garvin ao estudo da Qualidade é seu desmembramento em oito dimensões ou categorias: Desempenho; Características; Confiabilidade; Conformidade; Durabilidade; Atendimento; Estética e Qualidade percebida.

As oito dimensões ou categorias da Qualidade por David A. Darvin:

1. Desempenho: trata das características básicas de um produto ou serviço. Nesta dimensão está a capacidade do produto de ser eficaz e eficiente, ou seja, efetivo.

2. Características: são as especificações do produto ou serviço conforme definido por quem o fornece. Existem também as características secundárias, que suplementam o funcionamento do produto e, embora não sejam sempre descritas, têm o poder de alterar as percepção do cliente com relação ao produto ou serviço.

3. Confiabilidade: reflete a probabilidade de mal funcionamento do produto, como tempo de falha, possibilidade de defeitos, etc. Deste ponto de vista, quanto maior for o índice de confiabilidade de um produto ou serviço, menor a possibilidade de frustrar a expectativa do cliente. A expressão “preciso como um relógio suíço” reflete bem este conceito, pois é usada para designar algo com alta confiabilidade.

4. Conformidade: reflete o grau em que um projeto e as características de um produto produto ou serviço estão de acordo com padrões pré-estabelecidos, com sua especificação. Existem duas abordagens distintas de conformidade:

– a primeira iguala conformidade ao cumprimento de especificações (está mais
relacionada com o pensamento norte-americano);

– a segunda iguala conformidade com o grau de variabilidade (está mais relacionada com os fabricantes Japoneses e com o trabalho de Genichi Taguchi).

5. Durabilidade: já foi uma das principais dimensões da qualidade, e expressa a vida útil de um produto. Tecnicamente, podemos definir durabilidade como o tempo pelo qual um produto mantém suas características e perfeito funcionamento, em condições normais de uso. Já notaram como produtos antigos costumam ser mais duráveis? (ainda vamos falar disso…)

6. Atendimento: é a mais empírica das dimensões da Qualidade, e tem grande poder de afetar a percepção do cliente. Rapidez no atendimento,  cortesia e facilidade de ter um problema solucionado encantam o cliente, pois eles não se preocupam somente com a possibilidade de terem problemas com um produto ou serviço, mas também com a eficiência do fornecedor em sanar esses eventuais problemas.

7. Estética: outra dimensão bastante empírica, está diretamente relacionada ao ponto de vista do cliente ou do público alvo. É a aparência de um produto, o sentimento ou sensação que ele provoca, a imagem.

8. Qualidade percebida: é a dimensão mais ligada à “reputação” de um fornecedor. Acreditamos que quem produz algo de qualidade reconhecida, seja capaz de manter esse nível em outros produtos ou serviços. Está diretamente relacionada com a confiabilidade, que comentamos acima.

Nas próprias palavras de Garvin: “… as dimensões da qualidade tornam-se mais do que simples sutilezas teóricas, passam a constituir a base do uso da qualidade como arma de concorrência.” – E como todo arsenal, devem ser usadas de forma adequada e ordenada, sabiamente decidindo quais e quando considerar sua aplicação, pois nem tudo precisa atender às oito dimensões.

David A.Garvin é um dos mais recentes gurus da Qualidade. Ph.D. em economia pelo M.I.T., foi professor de Administração Empresarial em Harvard, inspetor do Prêmio de Qualidade Malcolm Baldrige e serviu na Comissão de Estudos Industriais do Conselho de Pesquisa Nacional (EUA). Além disso tudo, também foi consultor de grandes empresas no mundo. Garvin mora em Lexington, Massachusetts.

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VOCÊ SABE NEGOCIAR?

Você gosta de negociar, ou prefere deixar essa tarefa para os seus colegas?

Você tem vergonha de pedir desconto ou uma condição diferenciada?

Negociar é uma coisa que fazemos desde os tempos mais primitivos, algumas civilizações ficaram marcadas pela sua elevada capacidade de diplomacia e negociação.  Uma breve história: no início do século XVIII, Portugal e Inglaterra assinaram o Pacto de Methuen, também conhecido como o Pacto dos Panos e Vinhos.  Com ele Portugal se comprometia a comprar os tecidos ingleses, em contrapartida a Inglaterra se comprometia a comprar o vinho de Portugal. Foi um exemplo claro de negociação que trouxe mais vantagens à Inglaterra do que a Portugal.  Esse acordo foi muito combatido pelo Marquês de Pombal nos anos seguintes.

Negociar é importante para as organizações, uma equipe de negociadores bem instruída com técnicas e conhecimentos específicos pode fazer toda a diferença na hora de fechar um bom contrato.  Hoje, existem empresas que têm como atividade  fornecer serviços de negociação para grandes empresas, elas atuam administrando contratos e utilizam seus argumentos para obter os melhores preços e condições para essas gigantes do mercado.  O negócio é mais sério do que você poderia imaginar.

Lendo o livro, a Empresa Negociadora, achei interessante uma tabela que sintetiza os principais estilos de negociação, achei muito importante para que possamos nos preparar para uma rodada de negócios.

Nem sempre você vai encontrar do outro lado um parceiro bonzinho e disposto a buscar a melhor saída para ambas as partes, às vezes, você pode estar cara a cara com um negociador rígido, então como atuar?

Veja a tabela extraída do Livro A Empresa Negociadora:

Estilos e comportamentos de Negociação

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